A Alemanha foi o carrasco da equipa “alviceleste”, ditando a sua saída do Mundial2010, após uma pesada derrota de 0-4. No final do encontro, “El Pibe” admitiu que esta poderá muito bem ser “momento mais difícil” da sua carreira.
“Ainda não decidi sobre o meu futuro. Vou falar com a minha família, com os jogadores e com a federação. Vai depender de muita coisa”, disse Diego Maradona.
Diego Maradona deixou, ainda, uma palavra de apreço aos seus jogadores: “Se sair amanhã, quero que os jogadores sigam em frente. Estou orgulhoso deles, do fundo do coração. Tenho a certeza que, caso alguém venha depois de mim, vai seguir o mesmo caminho”.
O Jogo
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sábado, 3 de julho de 2010
Argentina humilhada pela Alemanha
Até «Dios», Diego Armando Maradona, terá se render: esta Alemanha é uma verdadeira máquina! Já tinha goleado a Inglaterra por 4-1, e agora ainda conseguiu superar esse registo, diante da Argentina (4-0).
Joachim Löw conseguiu formar um grupo jovem, mas cheio de talento. Com a bola nos pés nem parecem alemães, mas no pragmatismo com que atacam a baliza são do mais germânico que há. O futebol está cheio de surpresas, mas a Alemanha apresenta-se, nesta altura, como a mais forte candidata ao título mundial.
Quem entrou com tudo foi a Alemanha
Fiel à personalidade de Diego Armando Maradona, esta Argentina vinha exibindo o hábito de entrar em campo já a morder a língua. Desta vez, porém, saboreou o veneno alemão. O jogo tinha apenas três minutos quando Thomas Müller inagurou o marcador. Schweinsteiger cobrou um livre na esquerda, de forma perfeita, e o avançado antecipou-se à linha defensiva argentina, para apanhar Romero a meio da viagem.
Ainda mal tinha aquecido, a Alemanha já estava a jogar como tanto gosta: em contra-ataque, à espera dos erros de um adversário que se irrita quando não tem a bola. Não existiu Argentina durante quase meia hora. No seu estilo pragmático, mas bem jogado, a selecção de Joachim Löw até podia ter aumentado a vantagem aos 24 minutos, mas Klose rematou por alto, após passe lateralizado de Müller.
Os primeiros remates da Argentina só aparecem mesmo por volta dos 30 minutos, e os dois primeiros (de Heinze e Messi) nem chegam a assustar Manuel Neuer. Di María foi o primeiro a obrigar o guarda-redes alemão a fazer uma defesa, mas sem elevado grau de dificuldade. Embora tenha mostrado alguma paixão nos instantes finais do primeiro tempo, e até tenha introduzido a bola no fundo da baliza (lance anuladio a Argentina foi para o descaso sem saber muito bem como contornar o obstáculo alemão.
Uma pressão pouco sólida, para um contra-ataque pouco perdulário
O início do segundo tempo trouxe uma Argentina mais pressionante, mas nem por isso mais sólida. Di María ainda tentou dar o mote, com um belo remate de longe (48m), mas a «albiceleste» continuava muito pouco ligada, e a rematar sobretudo de longe.
Maradona pensou em Pastore para resolver o problema, mas quando o médio se preparava para entrar surgiu, dos pés de Miroslav Klose, um golpe decisivo (68m). Müller, mesmo no chão, conseguiu fazer um passe que desequilibrou toda a defesa, e que permitiu a Podolski fazer a assistência.
Já com o bilhete para a meia-final na mão, a Alemanha ainda espetou mais uma faca no coração argentino, ao chegar ao terceiro golo. Grande jogada de Bastian Schweinsteiger, a furar toda a defensiva, até à área, para depois oferecer o golo a Fredrich (74m).
Completamente destroçada, a Argentina desapareceu do jogo, e a Alemanha aproveitou para fazer o quarto golo. Miroslav Klose bisou a um minuto do fim, e aumentou a humilhação de Maradona.
Joachim Löw conseguiu formar um grupo jovem, mas cheio de talento. Com a bola nos pés nem parecem alemães, mas no pragmatismo com que atacam a baliza são do mais germânico que há. O futebol está cheio de surpresas, mas a Alemanha apresenta-se, nesta altura, como a mais forte candidata ao título mundial.
Quem entrou com tudo foi a Alemanha
Fiel à personalidade de Diego Armando Maradona, esta Argentina vinha exibindo o hábito de entrar em campo já a morder a língua. Desta vez, porém, saboreou o veneno alemão. O jogo tinha apenas três minutos quando Thomas Müller inagurou o marcador. Schweinsteiger cobrou um livre na esquerda, de forma perfeita, e o avançado antecipou-se à linha defensiva argentina, para apanhar Romero a meio da viagem.
Ainda mal tinha aquecido, a Alemanha já estava a jogar como tanto gosta: em contra-ataque, à espera dos erros de um adversário que se irrita quando não tem a bola. Não existiu Argentina durante quase meia hora. No seu estilo pragmático, mas bem jogado, a selecção de Joachim Löw até podia ter aumentado a vantagem aos 24 minutos, mas Klose rematou por alto, após passe lateralizado de Müller.
Os primeiros remates da Argentina só aparecem mesmo por volta dos 30 minutos, e os dois primeiros (de Heinze e Messi) nem chegam a assustar Manuel Neuer. Di María foi o primeiro a obrigar o guarda-redes alemão a fazer uma defesa, mas sem elevado grau de dificuldade. Embora tenha mostrado alguma paixão nos instantes finais do primeiro tempo, e até tenha introduzido a bola no fundo da baliza (lance anuladio a Argentina foi para o descaso sem saber muito bem como contornar o obstáculo alemão.
Uma pressão pouco sólida, para um contra-ataque pouco perdulário
O início do segundo tempo trouxe uma Argentina mais pressionante, mas nem por isso mais sólida. Di María ainda tentou dar o mote, com um belo remate de longe (48m), mas a «albiceleste» continuava muito pouco ligada, e a rematar sobretudo de longe.
Maradona pensou em Pastore para resolver o problema, mas quando o médio se preparava para entrar surgiu, dos pés de Miroslav Klose, um golpe decisivo (68m). Müller, mesmo no chão, conseguiu fazer um passe que desequilibrou toda a defesa, e que permitiu a Podolski fazer a assistência.
Já com o bilhete para a meia-final na mão, a Alemanha ainda espetou mais uma faca no coração argentino, ao chegar ao terceiro golo. Grande jogada de Bastian Schweinsteiger, a furar toda a defensiva, até à área, para depois oferecer o golo a Fredrich (74m).
Completamente destroçada, a Argentina desapareceu do jogo, e a Alemanha aproveitou para fazer o quarto golo. Miroslav Klose bisou a um minuto do fim, e aumentou a humilhação de Maradona.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
«Maradona não é um bom treinador» - Pelé
Estalou uma nova polémica entre Pelé e Diego Maradona. O antigo astro brasileiro não ficou agradado com o estilo de jogo da selecção argentina e atribui as culpas ao técnico.«Não tenho qualquer problema com o Maradona. Só não estou convencido que seja o um bom treinador. Tem uma vida bem para lá das regras e isso raramente tem um bom efeito na equipa», afirmou o “Rei”, em declarações ao diário alemão Tagesspiegel.Esta não é a primeira troca de palavras entre Pelé e Maradona, também proveniente da conhecida rivalidade entre brasileiros e argentinos.
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